O deputado federal Alfredo Gaspar está de saída do União Brasil e deve oficializar sua filiação ao Novo no próximo dia 30. A informação foi antecipada pelo site AL1 e confirmada ao blog do Edivaldo Junior pelo parlamentar.
O movimento é estratégico. Ao deixar uma legenda hoje sob controle do grupo de Arthur Lira, Gaspar busca independência para disputar o Senado em qualquer cenário, sem depender de decisões partidárias controladas por aliados ou adversários.
Atualmente, União Brasil, PP e PL – entre outras legendas – estão no mesmo eixo, sob o mesmo comando político no Estado. Permanecer nesse ambiente significaria atuar condicionado a uma lógica de composição definida por terceiros, especialmente na formação da chapa majoritária.
Com a mudança, Gaspar passa a ter autonomia para definir sua candidatura ao Senado, seja em uma composição mais ampla ou em um voo solitário.
Apesar da mudança de partido, ele ainda acredita que é possível construir um entendimento para unificar o palanque de oposição. Em conversa com o Blog do Edivaldo Junior, Gaspar afirmou que tentam manter diálogo com Arthur Lira e com o prefeito de Maceió, JHC, em busca de uma convergência no campo da oposição.
“Estou conversando com ambos para manter a união do grupo”, disse. Questionado sobre a viabilidade desse entendimento, respondeu de forma direta: “Espero”.
Fortalecido politicamente, Gaspar pode assumir o papel de articulador entre dois projetos que hoje caminham em direções diferentes – mas ainda não são opostas. A relação entre Lira e JHC atravessa um momento de tensão, especialmente depois que o deputado tomou do prefeito o controle do PL em Alagoas.
O imbróglio está na formação da chapa majoritária. JHC é consenso na disputa pelo governo. Já a definição das duas vagas ao Senado estimula a divergências entre os grupos.
Com a mudança, Gaspar passa a ter autonomia para definir sua candidatura ao Senado, seja em uma composição mais ampla ou em um voo solitário.
Apesar da mudança de partido, ele ainda acredita que é possível construir um entendimento para unificar o palanque de oposição. Em conversa com o Blog do Edivaldo Junior, Gaspar afirmou que tentam manter diálogo com Arthur Lira e com o prefeito de Maceió, JHC, em busca de uma convergência no campo da oposição.
“Estou conversando com ambos para manter a união do grupo”, disse. Questionado sobre a viabilidade desse entendimento, respondeu de forma direta: “Espero”.
Fortalecido politicamente, Gaspar pode assumir o papel de articulador entre dois projetos que hoje caminham em direções diferentes – mas ainda não são opostas. A relação entre Lira e JHC atravessa um momento de tensão, especialmente depois que o deputado tomou do prefeito o controle do PL em Alagoas.
O imbróglio está na formação da chapa majoritária. JHC é consenso na disputa pelo governo. Já a definição das duas vagas ao Senado estimula a divergências entre os grupos.
JHC perdeu o comando do PL porque se recusou a aceitar a “trava” que o impedia de indicar um nome ao Senado.
Nesse cenário, surgem dúvidas relevantes. Como ficaria a candidatura de Marina Candia ao Senado, defendida por JHC? E qual seria o papel de Davi Davino Filho?
Por ora, o movimento de Gaspar é mais uma tentativa para construir um palanque unificado de oposição. Dificilmente conseguirá unificar o grupo. Mas a mudança de partido o coloca em uma posição mais confortável para disputar — e influenciar — o cenário político de 2026.
Fonte - Blog do Edivaldo Jr


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